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Alvaro Caminhões

28 de junho de 2016

Farol matutino gera polêmica entre a PRF e o Denatran

A partir do dia 8 de julho, as polícias rodoviárias já poderão multar quem estiver rodando nas estradas durante o dia com o farol apagado. Apesar do Código Brasileiro de Trânsito (CBT) recomendar, desde a sua promulgação em 1997, a circulação nas estradas com o farol baixo aceso, somente este ano que foi promulgada uma lei específica, que altera os artigos 40 e 250 do CTB com redação já ultrapassada: “o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa durante a noite e durante o dia, nos túneis, mesmo providos de iluminação pública e nas rodovias”. O texto, apesar de ter sido promulgado no dia 23 de maio pelo presidente interino Michel Temer (PMDB), ignora a existência das luzes diurnas DRL (Day Time Running Light, em inglês) já regulamentadas pelo Contran desde 2007. Todos os caminhões Volvo, por exemplo, já contam com essa tecnologia adotada em diversos países no lugar do farol baixo durante o dia. Além da fabricante sueca, a linha 2016 da Mercedes-Benz também recebe as luzes DRL. Na sua maioria, as DRL são luzes de LED que acendem tão logo é ligada a chave de ignição e são amplamente visíveis pelos outros usuários da via. Além disso, as luzes diurnas de LED têm baixíssimo consumo de energia e alta durabilidade. E, a tendência, é que todos os caminhões tenham essa tecnologia, como já ocorre com os automóveis. Porém, a legislação ignorou totalmente esse avanço e o assunto já gera polêmica. Portanto, o mais recomendável, mesmo que o seu caminhão seja um moderno Volvo, que rode nas estradas com o farol baixo aceso. Pelo menos, até que exista um consenso entre as autoridades de trânsito, ou seja editada uma legislação específica. Pois a tendência é da polícia interpretar a lei ao pé da letra. Vale ressaltar que também não vale farol de neblina ou de milha. Farol baixo é farol baixo. Para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), as DRL em veículos de fábrica já estão regulamentadas pela Resolução 227/2007 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Porém, a Polícia Rodoviária Federal e o Denatran não se entendem sobre a questão. A multa para quem for pego na estrada com farol baixo desligado durante o dia ou a noite é de R$ 85,13 e mais quatro pontos na CNH. Fonte: Transporte Mundial

Alvaro Caminhões

28 de junho de 2016

É preciso enxergar o pneu como um item de segurança

Manter a manutenção do veículo em dia é uma garantia de segurança aos condutores e passageiros, além de prolongar a vida útil de diversos componentes do automóvel. Tal atitude não compromete a qualidade na rodagem do meio de transporte e evita que a saúde financeira do proprietário seja prejudicada futuramente com problemas inesperados. Entretanto, a palavra “manutenção”, quando direcionada a um carro, é ligada diretamente a cuidados com os sistemas eletrônicos, motorização e suspensão, deixando de lado um componente importante para uma rodagem segura: o pneu. Responsável por dar movimento à composição, o pneu, antes de chegar às ruas, passa por uma série de pesquisas e testes fundamentais para garantir desempenho, economia, sustentabilidade e segurança aos condutores. Desde o desenho da banda de rodagem ao diâmetro ideal para o perfil do automóvel, passando pelas condições da via que ele transitará, o pneu possui uma série de tecnologias tão importante quanto, por exemplo, um sistema de freios ABS e controles de estabilidade. Para demonstrar a importância da manutenção dos pneus de um veículo, darei um exemplo: desde 2014, a obrigatoriedade de fabricar carros nacionais com freios ABS e airbag está em vigor. A medida do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) visa aumentar a segurança dos ocupantes em riscos de acidentes, prevendo diminuir o número de vítimas fatais no trânsito brasileiro. Todavia, se o pneu do automóvel estiver em péssimas condições de rodagem, em uma situação de possível acidente e o condutor acionar os freios ABS, o veículo pode percorrer uma distância maior que o indicado, já que os pneus não terão aderência ao asfalto, fazendo o carro deslizar sem segurança. E aí lanço um questionamento: de que adianta ter um sistema eficiente sendo que um componente, importante para o seu correto funcionamento, não está em condições adequadas? A manutenção dos pneus de um veículo não é tão cara e complicada quanto parece, mas pode se tornar caso não seja feita corretamente. A primeira dica é manter a calibragem em dia, sempre respeitando o manual do fabricante. No primeiro sintoma de trepidação ao volante, verifique o alinhamento e balanceamento: um sistema desalinhado pode diminuir a vida útil do pneu e, em um caso mais grave, causar um acidente. Realize periodicamente o rodízio entre os componentes para garantir o desgaste igual entre os pneus. Analise sempre o índice TWI do pneu: a marca indica que é a hora de trocar o item. Um ponto importante que merece atenção do consumidor é a procedência do pneu e do local onde ele é comprado e instalado. Quando o projeto de um carro é desenvolvido, o pneu é incluído para atender todas as especificações de rodagem. Com isso, é indicado sempre instalar o pneu indicado pela montadora e procurar centros automotivos especializados para a realização do serviço. Esses profissionais são treinados para deixar o veículo com as mesmas definições da fabricante. O brasileiro precisa mudar sua visão sobre a manutenção do veículo e deixar de incluir o estado dos pneus dessa lista. Afinal, não basta ter todos os componentes eletrônicos e de motor em perfeito estado se o principal item que faz o carro realmente rodar não estiver em condições adequadas para viagens. *Dirceu Delamuta é presidente da ABRAPNEUS (Associação Brasileira dos Revendedores de Pneus) e atua há mais de 30 anos no setor automotivo. Fonte: Portal do Transito

Alvaro Caminhões

28 de junho de 2016

Lei pode aumentar pedágios no País

A Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado está analisando um projeto de lei (PL 8/2013) que pode aumentar bastante as tarifas de pedágio em rodovias federais. A proposta isentaria do pagamento do pedágio motoristas com residência ou atividade profissional permanente nos municípios onde há praças de cobrança. O que representa claro benefício para moradores dos arredores de rodovias pedagiadas pode fazer com que as concessionárias tenham que aumentar significativamente as tarifas para os outros motoristas, de forma a equilibrar as finanças da rodovia. A preocupação é que o aumento torne inviável o tráfego em várias estradas brasileiras de grande movimento. Segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, pistas como a Presidente Dutra, entre Rio de Janeiro e São Paulo, Fernão Dias, entre São Paulo e Belo Horizonte, e Regis Bittencourt, que liga São Paulo à região Sul, podem ter suas tarifas de pedágio aumentadas a ponto de não serem suportáveis pelos usuários. A associação explicita o caso da Ponte Rio-Niterói, na capital carioca, onde a maior parte dos veículos que trafega em sua extensão tem proprietários que moram e trabalham em uma das duas cidades, o que isentaria do pedágio praticamente todos os veículos pagantes, tornando altíssimas as tarifas para carros e caminhões registrados em outras cidades. Por enquanto, ainda não há data para a audiência pública que vai discutir a aprovação do projeto de lei. Quando ocorrer, serão convidados representantes do Ministério dos Transportes, da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), concessionárias de rodovias e municípios. Fonte: Estadão

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